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Entenda como elaboramos um protocolo de PRAD para a Gerdau



Sobre o cliente e sua dor


A Gerdau é a maior empresa Brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo.


No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações.


Uma das filiais da gerdau aqui do Brasil, localizada em Araçariguama, contatou a Ecoflorestal Jr. por indicação de um professor do curso de engenharia florestal, que atua na área de legislação, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - campus Sorocaba.


A empresa contratou a Ecoflorestal Jr. para auxiliar na elaboração de um protocolo para o desenvolvimento de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) a fim de se adequar a norma CBRN 1/2015 de restauração ecológica.


O que é uma área degradada?


Uma área degradada é aquela que, após sofrer a degradação (qualquer alteração ou perturbação do ambiente considerada prejudicial ou indesejável) não retorna ao seu estado anterior pelo processo natural.


Já o PRAD, tecnicamente é um conjunto de critérios que garantem à área degradada condições de restauração e equilíbrio do ecossistema.


A recuperação se dá através de um plano que considera os aspectos ambientais, estéticos e sociais, de acordo com a destinação que se pretende dar à área, permitindo um novo equilíbrio ecológico.


Desenvolvimento do projeto


O objetivo desse projeto foi elaborar um protocolo para servir de guia para um levantamento de qualidade nas áreas de recuperação e, através dele, possibilitar a avaliação do estado de regeneração de forma mais completa possível, para que assim futuramente seja mais fácil elaborar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas para o local em questão.


Os serviços prestados pela Ecoflorestal Jr. foram divididos em três etapas com diferentes processos, além da elaboração do protocolo final para encaminhamento ao órgão responsável, CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).


Na primeira etapa houve a elaboração de uma base cartográfica digital das áreas em questão. Para isso foi feita uma coleta de dados em campo com GPS e utilizado alguns arquivos disponibilizados pela empresa. O geoprocessamento desses dados foi realizado em software de Sistemas de Informação Geográfica (SIG).


Na segunda etapa houve a definição das áreas de recuperação com base no estágio de desenvolvimento, a partir do banco de dados da etapa anterior e imagens de satélites. Além disso, também foi feita uma distribuição de parcelas amostrais nos estratos definidos anteriormente para coleta de dados a serem anexados ao relatório. Essa etapa também foi realizada por meio de geoprocessamento em software SIG.


Já na terceira etapa, foram definidas todas as variáveis que seriam coletadas dentro de cada parcela, os equipamentos e métodos que deveriam ser utilizados para a coleta, e o processamento e análise dos dados coletados para cada indicador ecológico.


Todas essas etapas contribuíram para a realização do relatório final o qual seria enviado para a CETESB e MG/SP.


Resultados alcançados


Através desse protocolo elaborado pela Ecoflorestal Jr, foi possível avaliar o estado de regeneração da forma mais completa. Possibilitando a avaliação de quais áreas eram necessárias uma maior intervenção e quais áreas se encontravam em um estágio mais avançado de recuperação.


Também, esse serviço realizado, forneceu informações importantes que futuramente podem ser utilizadas no processo de realização do PRAD pela empresa, o qual após feito propiciará à área degradada condições de estabelecer um novo equilíbrio dinâmico, com solo apto para uso futuro e paisagem esteticamente harmoniosa.


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