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Existe uma alternativa à exploração predatória na Amazônia?

Atualizado: Ago 14

Em cerca de 500 anos de ocupação, a Mata Atlântica brasileira foi explorada intensamente e atingiu o nível de pouco menos de 7% de sua área original nos anos 90. Isso gerou riqueza e desenvolvimento para o país, porém ficaram concentrados em apenas uma parcela pequena da população e ao custo da perda de grande parte da sua biodiversidade e ecossistemas. Mas no que isso implica na exploração da Amazônia?

A amazônia enfrenta o mesmo problema e está seriamente ameaçada. Entre 2008 e 2018, o desmatamento na Amazônia foi 170 vezes mais rápido do que o registrado na Mata Atlântica durante o Brasil Colônia.

A exploração e o desmatamento na Amazônia levam a alterações significativas no funcionamento dos ecossistemas, gerando impactos sobre a estrutura e a fertilidade dos solos e sobre o ciclo hidrológico, constituindo importante fonte de gases do efeito estufa. Dentre as várias causas podem-se destacar a impunidade a crimes ambientais, retrocessos em políticas ambientais, atividade pecuária e extrativismo.


No extrativismo, há a exploração dos recursos naturais de uma determinada região. Algumas famílias brasileiras vivem do extrativismo como fonte de renda, em razão de se manter como uma atividade essencial para a economia do país, mas, não existe um incentivo concreto por parte dos órgãos públicos para a manutenção dessas atividades. Além disso, há atividades ilegais de extração que ocorrem e passam despercebidas pela fiscalização, causando um grande impacto nessas florestas.

Em contrapartida, existem maneiras de desenvolver atividades econômicas sustentáveis nas florestas, de modo a fortalecer as comunidades locais e aproveitar os recursos disponíveis nas regiões, utilizando técnicas para causar o mínimo impacto ambiental e contribuindo na renda da população, como o manejo sustentável, saiba mais em O Manejo Sustentável na Amazônia.

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